Movimento ECO - Empresas contra os Fogos, lançado em 2007 e apoiado pelo então Ministro da Administração Interna Dr. António Costa, é hoje uma das maiores iniciativas de responsabilidade social coletiva em Portugal e um desígnio nacional na prevenção dos incêndios florestais. Presidido pelo Dr. Murteira Nabo, reúne um conjunto de empresas nacionais que cedem os seus meios de divulgação próprios, internos e externos, para transmitir mensagens de prevenção dos incêndios florestais. Desta forma, as empresas assumem um papel determinante, divulgando mensagens de sensibilização sobre os comportamentos de risco e a defesa das florestas.

Uma iniciativa que, ao longo dos últimos 10 anos, tem feito muito pela defesa das floresta portuguesas, mas que pode fazer muito mais. Todos os anos, o Movimento ECO desenvolve e coloca à disposição das empresas e da sociedade civil diversas peças de comunicação de divulgação livre e voluntária, nomeadamente spots de TV e rádio, banners para internet, folheto, anúncio de imprensa, cartaz e outdoor para uso dos seus parceiros.

Participe ativamente nesta causaAfinal, Portugal sem fogos depende de todos.

gallery/banner internet
Participe nas Campanhas.
Ajude a Despertar Consciências.
gallery/22

No topo da cadeia alimentar, os abutres, com sua dieta necrófaga, controlam a disseminação de doenças que surgem quando se dá a putrefação de cadáveres. São por isso essenciais para a manutenção da saúde humana e do nosso meio ambiente. Sem este trabalho de autêntica reciclagem, a contaminação poderia por exemplo chegar até aos recursos hídricos e afetar muitos outros seres vivos.


O uso veterinário do diclofenac provocou, em poucos anos, a quase extinção de três espécies de abutres no subcontinente indiano, causando a redução em 99% das suas populações na década de 90. O mesmo efeito letal do fármaco foi detetado em exemplares de algumas espécies de águias. 

Ban Vet Diclofenac é uma iniciativa da SEO/BirdLife, SPEA, VFC, WWF Spain  e BirdLife Europe para banir o Diclofenac, uma droga que mata os abutres. Vamos deixar os abutres serem abutres. Ajude-nos com a sua assinatura.

gallery/elef

O ininterrupto comércio legal de marfim ameaça a existência de elefantes na natureza - todos os anos, pelo menos, 20.000 animais são mortos pelo marfim. 

Em muitos países da EU, continua a vender-se marfim em mercados, leilões, lojas de antiguidades e inclusivamente online. Em Maio de 2017, a Comissão Europeia publicou um documento de orientação onde se recomenda que, a partir de 1 de Julho de 2017, os Estados-Membros da UE deixem de emitir certificados de exportação de marfim em bruto, com algumas exceções relacionadas, nomeadamente, com espécimes científicos e com fins educativos. A IFAW agradece e reconhece o esforço efetuado, no entanto é necessário que sejam tomadas mais medidas, urgentemente.

É necessário que todos os cidadãos da UE possam mostrar ao Comissário Europeu para o Ambiente que estão atentos e se preocupam com os elefantes. Junte-se a nós e acrescente a sua voz ao apelo à proibição de marfim na UE.